No começo parecia apenas um jovem repórter da capital econômica do Brasil perdido em uma remota região amazônica, atrás de uma morte aparentemente comum de uma nativa ainda mais comum, a Sra. Raimunda da Silva, mulher corajosa, e que desde que se tornou viúva, criava sozinha seus filhos. Apesar de toda a dificuldade de sua pobre vida, Dona Raimunda tinha um sonho, ela queria, por meio de organizações cooperativistas que os povos da floresta, juntos, contribuíssem com a extração consciente das várias riquezas amazônicas e não apenas as seringueiras. Com a ajuda de uma casal de cientistas, formularam uma espécie de “agenda” de extração, na qual cada época do ano corresponderia ao aproveitamento de um tipo de riqueza mais abundante na floresta, e que se fosse corretamente implantado, implicaria em uma estrondosa melhoria na qualidade de vida tanto das pessoas que se utilizariam disso para subsistência, como da própria floresta que teria tempo para se regenerar antes do próximo ciclo de extração.
Nosso repórter, Ivo Cotoxó, que nos confessou ter sido mandado para nossa querida e pacata Benjamin Constant, por seu chefe, que não simpatizava muito com ele, esperando mantê-lo longe e muito entediado com uma simples morte por envenenamento numa longínqua região do país não imaginava a teia de complicadas conspirações e assassinatos que se entrelaçavam a essa aparentemente comum morte de uma cabocla local, que o nosso, por assim dizer, herói, teve que desvendar.
As dificuldades começaram mesmo antes de chegar aqui, já que a viajem de S. Paulo à Benjamin é no mínimo muito extensa. Uma vez em nossa cidade, procurou mais informações sobre Raimunda e decidiu ir visitar sua casa que por sinal levaria a outra viajem complicada, na qual contou com a grande ajuda de João Seringalista, um nativo que conhece como ninguém a floresta, e sua linda sobrinha Juçara. Seu primeiro destino foi a casa da falecida Raimunda, na qual seus filhos estavam sobrevivendo sozinhos na floresta e apesar de órfãos e assustados, receberam Cotoxó muito bem e lhe mostraram o primeiro de muitos aspectos estranhos da morte de seringueira. Os garotos guardaram a cobra que havia matado sua mãe, nosso herói, sempre muito curioso, fez uma análise da cobra e descobriu que algo estava errado. Cotoxó com a ajuda de uma tribo indígena da região, com as informações dos cientistas e do professor Leôncio (membro da cooperativa), com a colaboração de Dr. Márcio Vital e um médico-legista descobriu os assassinatos. Eles elaboraram um plano, onde Leôncio, o próximo a ser assassinado, espalharia até chegar aos ouvidos de Zé Piranha(subchefe da quadrilha) que ele estaria viajando dentro de dois dias, fazendo com que Zé programasse logo sua morte. E foi o que aconteceu, assim eles conseguiram pegar Zé Piranha e os três jagunços, conseguindo saber quem era o mandante, Carlão Peixinho, que foi pego por uma armadilha onde seus funcionários devido a um acidente precisava da sua ajuda. Nosso herói desvenda uma sucessão de assassinatos: Anastácio, afogado, Felisberto, acidente de carro e Raimunda, envenenada. E vai além disso ao descobrir que Dagoberto Resende e Gilson Hermegildo, deputados, estavam envolvidos pois recebiam ordens de nomes internacionais para conter ameaças aos seus objetivos, Sir James Archibald Scott e Franco Fedini, ambos membros da World Ecology Foundation, mas que de ecológicos não tinham nada. Após Cotoxó ter aberto a notícia, os deputados desapareceram, Scott( não pagava impostos sobre os lucros das empresas frigoríficas e das fazendas na região amazônica, o que está sendo investigado pela Scontland Yard, polícia inglesa) se refugiou nas ilhas da República de Seychelles e Fedini(dono de serrarrias no Pará, na Amazônia) na Córsega.
Agora o projeto dos seringueiros será desenvolvido por Juçara, que criará os filhos de Raimunda. Ivo Cotoxó quebrou barreiras ao mostrar a vunerabilidade de nossas riquezas naturais e de nossa população nativa. É... Pelo menos, esses crimes mostram que temos que cuidar da floresta, dos camponeses e seringueiros, que mantêm uma relação íntima entre si. Precisamos das árvores, dos animais, do ecossitema que nos foi dado, por isso temos que contribuir com sua existência.
Feito por: Alexandre e Maíra
LOTOFÁCIL EXPERT PROFISSIONAL
Há 3 anos
3 comentários:
texto legal revela a verdade sobre a exploração da natureza e a crueldade das empresas internacionais
' comentando no seu, porque você comentou no meu ;*
Pelo - alguem leu alguma coisa ; }
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